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Existem, atualmente, cinco escolas, sendo duas estaduais, na zona urbana e três municipais, sendo duas na zona urbana e uma na zona rural.
ESCOLA ESTADUAL JAN ANTONIN BATA
HISTÓRICO:
1.- Criada pelo Decreto nº 2006 de 04/03/55, publicado no Diário Oficial nº 12.881, de 10/03/55;
2.- Em 1965, o Decreto nº. 813, de 12/02/69, criou o Ginásio Estadual de Batayporã;
3.- Em 31/01/74, no Governo de José Manoel Fontanilhas Fragelli houve a Integração : Ginásio Estadual de Batayporã e Grupo Escolar de Batayporã, passando a ser ESCOLA ESTADUAL DE 1º GRAU JAN ANTONIN BATA;
4.- O Decreto n° 2.518, de 14/03/75, publicado no Diário Oficial n° 16.798, de 10/03/75, eleva a nível de 2° grau, passando a chamar-se ESCOLA DE 1º E 2º GRAUS JAN ANTONIN BATA.
5.- a Resolução Nº. 998 de 14/12/94 autoriza a Educação de Pré-Escolar. EEPEPSG – ESCOLA ESTADUAL DE PRÉ-ESCOLAR DE 1º E 2º GRAUS JAN ANTONIN BATA;
6.- Em 1998, pelo Decreto nº. 9.104, de 12/06/98, publicado no Diário Oficial nº. 4770, de 13/06/98, passa a ESCOLA ESTADUAL JAN ANTONIO BATA, até hoje.
DIRETORES:
De 1955 a 1967, Eunice Rodrigues Mustafá;
De 1968 ... Ana Izabel de Almeida Andrade;
De 1969 a 1973, no Grupo, Marisa Andrade Michelini;
De 1969 a 1970, no Ginásio, Giosué José Piccoli, o Irmão Quirino;
De 1971 a 1973, no Ginásio, Laércio da Silveira;
De 1974 a 1975, quando da Integração, José Galvão;
Em 1975, Marisa Andrade Michelini;
De 1977 a 1984, Amaury Valdo Ribeiro;
De 1984 a 1990, Marisa Andrade Michelini;
De 1991 a 1992, Amaury Valdo Ribeiro, o primeiro diretor eleito;
De 1992 a 1998, Luiza Alves Nunes da Rocha;
De 1999 até tempos atuais: Irani Jorge Daher Pereira.
ALGUNS PROFESSORES:
Eunice Mustafá, Protásio, Manuel Andrino, Pedrão, Camargo, Maria Auxiliadora, Maria José, Jaconias, Raimundo, Cosme, Mário Fusano, Paulo Rodrigues, Cubinha, Paraná, Esbolão, Carlos Polenta, Mara, Shizuo, Maria Neuza, Rui, Eusdra, Sueli Pereira, Rosinha, Fátima Pereira, Fátima Araújo, Zé André, Joaninha, Nida, Luizinha, José Liberato, Caxicha, “seo” Henrique, Maria Helena, Vandete, Maria Teixeira, Paulo Itada, Amaury, Ângela Kriguer, Elizabeth Souza, Elizabeth Pinto, Almira, Alzira, Marieta, Fátima Gaioto, Ana Mustafá, Benedito, Luziângela, Nilo Gato, Maria Rodrigues, Augusto Leite, Adelaide, Cristina do Amaury, Suely Bom, Celeste, Silene, Neuzinha, Lourdes do Romero, Adalziza, Mariquinha, Moacir, Carmem, Zé Miguel, Luiz da Roz, Luzia Enz, Pimba, Ana Maria do “seo” Diogo, Irmão Quirino, Galvão, Laércio, Irani, Bento Picinin, Marlene do Custódio, Salvador, Cida Nascimento, Maria Neuza, Odete Sãovesso, Janete, Alice do Odilio, Maria do Carmo, Margarete, Neuza Gamba, Ângela Ferroni,
EUNICE MUSTAFÁ
Em 1955, Dona Nice, como era conhecida, era uma mocinha recém-casada com José Mustafá. Os dois, jovens, sonhadores, idealizadores, corajosos e desbravadores. Saíram do Estado de São Paulo, Mariápolis, para se embrenharem na mais pura acepção da palavra sertão! Constatando o completo isolamento, Eunice Mustafá virou professora. A primeira! Na casa do sogro, Mamede Mustafá, a Cia. Viação construiu também uma espécie de hotel, onde os peões ou viajantes se alimentavam ou pernoitavam, ou as duas coisas.
Na frente, havia uma salinha, foram construídos mesas e bancos de madeira bruta. No princípio foram uns doze, treze alunos. O tempo foi passando e esse número aumentou. Dois, três anos depois, no local onde hoje é a Escola Braz, dois portugueses, que eram carpinteiros, construíram duas salas. Aí, uma mocinha solteira, que morava no Bairro Escondido, mais ou menos onde hoje é o Sítio do Vavá, a Vandete Paschoal, foi convidada a dar aulas. Ela passou a morar na casa da Dona Nice. Salário, apenas quando, uma ou duas vezes por ano se ia até o Porto XV, Presidente Epitácio. A viagem durava dias, beirando as fazendas, de caminhão, Jeep... Quando chovia e os córregos enchiam, era ter paciência e esperar a água abaixar. Com o tempo, o pagamento começou a ser feito por Cuiabá, a capital do então Estado do Mato Grosso. Seu marido, José Mustafá, depois de feita uma “vaquinha” para custear as despesas, ia até Campo Grande e de lá, seguia de avião até Cuiabá.
Como o hotel era sempre visitado por peões trabalhadores, barbudos, sujos, suados, a mocinha Nice, recém casada, tinha medo, pois a fama da lei do quarenta e quatro do Mato Grosso, que se matava e jogava numa tal de Lagoa do Sossego. Como desculpa, pedia para levar a comida para o marido e os outros, na roça. E outro impasse: Era preciso andar pela mata fechada, pelos carreadores... e o medo de onça! E não adiantava “seo” Mamede afirmar que não tinha perigo, não tinha onça. Ela retrucava: É, mas vocês vão para o trabalho e voltam com suas espingardas. Pronto! Dia sim, dia também, sobrava para a Dona Antonia Spinosa Mustafá, a sogra, ir junto...
Dona Nice, como professora, fazia promoções, já naquela época, para angariar verba e comprar flanela para fazer casacos para os alunos, invariavelmente muito pobres. Sobre isso, há o episódio da confusão em que saiu até tiro, no Baile de Coroação da Rainha do Café, relatado no livro Causos de Batayporã. Esse baile era uma das promoções da dona Nice. Já naqueles tempos...
ALGUNS ALUNOS DA PROFESSORA EUNICE MUSTAFÁ
Os irmãos Zé Catraca, Murilo e Manoel, Lourival, Diva, Elói e Aparecidinho, filhos do Joaquim cearense, Joaninha do Juarez, Eroni, Maurílio Oliveira, Genésio, Dalibor, Carlinhos Castelari, Agenor e Neuzinha Gamba, Salvador Pereira, Odílio Genésio, Zé Carlos Kriger, Quim Chambó, Gracinda, Maria Henrique, Guilhermina, Jurandir do “seo” Jorge do Hotel...
ESCOLA ESTADUAL BRAZ SINIGÁGLIA
HISTÓRICO
Em se tratando de rede física (construção do prédio), esta é a mais antiga escola do município. Porém, para uma melhor administração escolar, tornou-se ncessário o desmembramento das duas unidades de ensino, que viesse a atender uma demanda maior de alunos. Esse ocorreu em meados de 1982, iniciando o ano escolar em 1984, onde o então professor Amaury Valdo Ribeiro (hoje Coordenador Pedagógico do período noturno) deu entrada na Secretaria de Educação, ao processo de desmembramento das escolas.
O Decreto nº 2.519, de 14/05/84, assinado pelo Secretário de Estado de Educação, Leonardo Nunes da Cunha e então o Governador Wilson Barbosa Martins criava a escola com a denominação: ESCOLA ESTADUAL DE PRÉ-ESCOLAR, 1º e 2º GRAUS BRAZ SINIGÁGLIA, em homenagem ao então professor e Delegado Regional de Educação e Cultura da 19ª DREC que havia se dedicado ardorosamente à Educação batayoporaense. Brás Sinigáglia era um religioso fervoroso que pertencia à Ordem da Congregação dos Irmãos Maristas, e foi vítima fatal de um acidente automobilístico em 22/07/80.
DIRETORES
Amaury Valdo Ribeiro;
Leonida do Amaral Trachta da Silva;
Salvador Pereira;
Delair Marques Gamba;
Juraci Faria Bittencourt Toffano;
José Miguel da Rocha;
CEM – CENTRO EDUCACIONAL MUNICIPAL
Avenida Brasil, 2195, fone 3443-1350
DIRETORES DAS ESCOLAS MUNICIPAIS
01.- Rui Machado da Silva, de 1972 a 1973;
02.- Ignês Joana Turchiello, de 1974 a 1975;
03.- José Miguel da Rocha, de 1976 a 1979;
04.- Anelita Monteiro da Rocha, 1980;
05.- Daladier Miranda Ribeiro, de 1981 a 1982;
06.- Luiz José da Roz, de 1983 a 1991;
07.- Izabel Rosa de Andrade, de 1992 a 1993;
08.- Marisa Andrade Michelini, de 1997 a 1998;
09.- Luiz José da Roz (EM Anízio Teixeira da Silva, EM Professora Bernadete Teixeira e EM Benedita Figueiró de Oliveira), de 1999 a 2000;
10.- Luiz José da Roz, EM Anízio Teixeira da Silva, de 2001 a 2004;
11.- Ana Maria de Almeida Silva, EM Professora Bernadete Teixeira, de 2001 a 2004;
12.- Vanda Lúcia Takahashi, EM Benedita Figueiró de Oliveira-Pólo, de 2001 a 2004;
SECRETÁRIOS MUNICIPAIS DE EDUCAÇÃO:
01.- Izabel Rosa de Andrade, de 1994 a 1996;
02.- Delair Marques Gamba , de 1997 a 2000;
03.- Leonida do Amaral Trachta da Silva, desde 2001;
COORDENAÇÃO DE SERVIÇO MUNICIPAL DE INSPEÇÃO ESCOLAR – a partir de 1999
Isabel Rosa de Andrade – desde 1999
Observação: A divisão do Estado de Mato Grosso para Mato Grosso do Sul. Em 02/02/79;
A Lei 4.024, de 20/12/61, ampara os Estudos realizados até o ano de 1973;
Decreto nº 10/98, de 18/02/98, mudou o endereço da Escola Pólo – EMPEPG: ANÍZIO TEIXEIRA DA SILVA “POLO”. Endereço: Prolongamento da Avenida Brasil, s/nº, Vila Cantidiano Duarte.
ESCOLAS QUE FUNCIONAVAM EM DIVERSOS BAIRROS
ESCOLAS MUNICIPAIS RURAIS
01.- Escola José de Anchieta, Bairro Jaqueira;
02.- Escola Barão do Rio Branco, Bairro Escondido;
03.- Escola Marechal Rondon, Bairro Esperança;
04.- Escola Duque de Caxias, Bairro Vera Cruz;
05.- Escola Dom Aquino, Bairro Pindocaré;
06.- Escola Olavo Bilac, Bairro da Festa;
07.- Escola José Bonifácio, Bairro da Festa;
08.- Escola Marechal Artur da Costa e Silva, Fazenda Santa Ilidia;
09.- Escola Antonio Joaquim de Moura Andrade, Fazenda Primavera;
10.- Escola Benjamim Constant, Bairro Lagoa Bonita;
11.- Escola Gonçalves Dias, Bairro Alegria;
12.- Escola Tiradentes, Bairro Batarrama;
13.- Escola Princesa Izabel, Bairro Pouso da Arara;
14.- Escola Almirante Tamandaré, Gleba Iguaçu;
15.- Escola General Osório, Bairro Tranchão;
16.- Escola Laércio Guagliano, Bairro São João;
17.- Escola Antonio João, Bairro Procópio;
18.- Escola Afonso Pena, Bairro Três Ranchos;
19.- Escola Castro Alves, Gleba Machado;
20.- Escola Carlos Gomes, Bairro José Timóteo;
21.- Dom Pedro II, Bairro São João;
22.- Escola Monteiro Lobato, Bairro Pica Pau;
23.- Escola Machado de Assis, Fazenda Cisne Branco;
24;- Escola Joaquim Nabuco, Fazenda Bom Jesus;
25.- Escola Almirante Barroso, Fazenda Bom Futuro;
26.- Escola Emílio Garrastazu Médici, Fazenda Campo Verde;
27.- Escola Humberto de A. Castelo Branco, Fazenda Recanto;
28.- Escola Ernesto Geisel, Bairro São João;
29.- Escola Santos Dumont, Fazenda Bom Jesus;
30.- Escola Oswaldo Cruz, Bairro Mobaracá;
31.- Escola Mem de Sá, Fazenda Palmeiras;
32.- Escola Ana Nery, Fazenda Emboava;
33.- Escola Anita Garibaldi, Fazenda Rio Brilhante;
34.- Escola Filinto Muller, Sítio Estância Modelo;
35.- Escola D Pedro I, Fazenda Bandeirantes;
36.- Escola Maria Quitéria, Fazenda Cisne Branco;
37.- Escola Izaias Inácio de Almeida, Fazenda Samambaia;
38.- Escola Jindrich Trachta, Fazenda Santa Maria;
39.- Escola Paredão, Bairro Lagoa Bonita;
40.- Escola Professora Bernadete Teixeira, Faz. Agrop. São Luiz;
41.- Escola Padre Antonio Galiotto, Fazenda Maria Cristina;
ALGUNS PROFESSORES DO MUNICÍPIO
Vanda Takahashi, Izabel da Silva, Bento Picinin, Maria da Silva, Nicão, Rosinha, Maria Teixeira, Luiz da Roz, Daladier, Irmã Inês, José Antonio Ribeiro, Adelino, Maria do Rosário, José Miguel da Rocha, Isolina Guagliano, Leonor Bauermeister, Eusdra, Jaconias, Terezinha, Célia Vágula, Jaci Mara, Cleide Caetano, Maria Ivone, Sueli de Souza, Joaquim Magalhães, Maria de Fátima, Cleuza Dias, Maria Luiza Buzinaro, Maria Auxiliadora Guagliano, Benedito Borges, Terezinha Cardoso, Leila Mustafá, Geralda, Iraci Trindade, Silene, Helena da Paz, Neuza Lopes, José Antonio, Maria Leal Nucci, Virgínia Garcia, Alice Alves de Souza, Nair Palácio, Orlando Santolini, Adelaide de Barros, Benedita Pires, Aparecida Pires, Sônia Nantes, Ana Lúcia Pontes, Maria Jacineti, Vera Crivelli, Benedito Nascimento, Tânia Almeida, Vera Rocha, Cleuza Bernegozi, Maria Sônia, Enilze Breguedo, Maria Joselina, Célia Costa, Ridalva Nantes, Patrícia Neves, Helena Mingotti, Lucília Fazzio, Eneide Wruck, Adriana Calizotti, Leércio Fiumari, Nedina, Alexander, Elenir Miranda, Angélica Almeida, Cláudia Amorim, Glorinha Trachta, Cleide Davi,
APAE – ASSOCIAÇÃO DE PAIS, AMIGOS DE EXCEPCIONAIS
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